Nirv'ana, sem começo!
Beija me beija,
Sangra como sangra,
Sem o começo, de nirv'ana ...
Mergulha me chama,
Mexe assim!
Vem, me ama ...
Sempre em mim!
Janeiro até conta,
Pensamento te vi!
Fevereiro te chama,
Começo do começo!
Em março te ama,
Dança que dança!
Abril te sussura,
Vem para minha cama!
Maio te joga,
Nirv'ana, sem drama!
Junho é meio?
Não se engana.
Demonstra que quer,
Ao longe te sinto!
Deita aberta,
Assim nirv'ana ...
Julho tampouco,
Como te quero!
Agosto que gosto,
Cabelo loireno!
Setembro tem data?
Marcada me ama!
Outubro primavera,
Refloresce para mim!
Novembro se foi,
Te encontro escondido!
Dezembro lindo,
Branca, só contigo!
Janeiro que conta,
Teu nome sem começo,
Meu nome em ti,
Por ti Nirv'Ana!
MRR
terça-feira, 1 de março de 2011
Borboleta
Como uma brisa suave,
A levarei sempre comigo!
Um cheiro, um gosto, um sorriso ...
Tua pele macia e seu olhar inseguro!
Tua boca tremula no meu beijo!
Uma distância para nosso encontro,
E outra mais amarga ...
Um tempo que ficará.
Tua pele ...
Tua boca ...
Uma lembrança eterna ao fechar dos olhos,
Azuis de recordação!
Um olhar para o jardim,
Um suspiro doloroso ...
De um amor só nosso,
De um abraço doce ...
Guardado em nosso pacífico!
MRR
A levarei sempre comigo!
Um cheiro, um gosto, um sorriso ...
Tua pele macia e seu olhar inseguro!
Tua boca tremula no meu beijo!
Uma distância para nosso encontro,
E outra mais amarga ...
Um tempo que ficará.
Tua pele ...
Tua boca ...
Uma lembrança eterna ao fechar dos olhos,
Azuis de recordação!
Um olhar para o jardim,
Um suspiro doloroso ...
De um amor só nosso,
De um abraço doce ...
Guardado em nosso pacífico!
MRR
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